terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Como ser feliz

"O ser humano jamais pode ser feliz se não nutrir sua alma como faz com o corpo" - O Rebe

Como é sua vida?

Se você é como a maioria das pessoas, é feito de incontáveis pedacinhos de atividade fragmentada: exercício, trabalho, conversas, diversão, sono. Adicione as peças dia após dia, ano após ano, e terminará com uma vida inteira dividida em milhões de fragmentos, sem nenhuma conexão. A fragmentação perturba nossa paz de espírito, criando tensão e ansiedade ocultas. No decorrer do tempo, os fragmentos se acumulam e começam a sufocar sua alma, o interior que você anseia por focalizar, seu propósito e direção. Portanto, não é de se admirar que, após quarenta ou cinquenta anos mourejando através de dias tão confusos, acordamos e de repente nos perguntamos: "É isso a vida? Serei eu realmente feliz?"

Uma vida feliz é sinônimo de uma vida significativa, e todos queremos viver vidas que tenham um significado. Esforçamo-nos constantemente para deixar nossa marca na humanidade, para contribuir com algo de valor a nosso mundo.

Ao reconhecer que dentro de seu corpo há uma alma Divina, uma alma que dá um propósito a sua vida e a eleva acima das atividades mundanas da vida diária, você começa a pôr em ordem as peças de sua vida fragmentada. Você enxerga sua vida de uma perspectiva mais ampla, santificando cada momento de sua existência - não apenas enquanto está estudando ou rezando ou fazendo atos de caridade, mas mesmo enquanto está comendo e dormindo, em casa ou no trabalho, viajando ou em férias. Ao invés de continuar suas atividades diárias de forma mecânica, você descobre a Divindade dentro delas.

A chave para a felicidade: unir o corpo e a alma

Para ser uma pessoa completa e saudável, seu corpo e alma devem trabalhar em perfeita harmonia. Isso significa unir o corpo e a alma para cumprirem a missão para a qual fomos colocados na terra: levar uma vida produtiva, significativa e virtuosa tornando este mundo físico uma morada para D'us.

O corpo e a alma, entretanto, estão em constante conflito: o corpo basicamente procurando satisfazer suas necessidades, e a alma buscando transcendência e unidade. O primeiro passo para lidar com este conflito é reconhecer que ele existe, e estar consciente de duas forças distintas. Acreditar que somos uma única entidade leva à confusão e ao desespero. Um dia somos virtuosos, e no próximo, egoístas; um dia estamos motivados, no dia seguinte, procrastinamos.
Todos nós temos asas - nossa alma - que pode elevar-nos tão alto quanto precisamos ir. Tudo que temos de fazer é aprender a usá-las.

A única forma de unir corpo e alma é aceitar que D'us está muito acima de nosso limitado ser. A alma, devido à sua natureza transcendente, pode elevar-se acima do egoísmo mais facilmente que o corpo, e pode disciplinar o corpo, através do estudo e da prece, a reconhecer sua verdadeira missão. Somente então o corpo pode elevar-se à sua verdadeira proeminência - quando serve como um veículo para a alma, em vez de agir sob sua própria força, com seus desejos e necessidades egoístas. Assim que o corpo reconhece o domínio da alma e faz as pazes com sua irmã gêmea, a tensão pode ser adequadamente manejada.

A felicidade exige ação

Não é suficiente reconhecer sua alma, você deve efetivá-la tornando-a parceira do corpo para ajudar o próximo em caso de necessidade, para ouvir um amigo que está sofrendo, para ajudar a fornecer comida ou roupas a alguém que não pode comprar. Estes tornam-se mais que simples atos bons; tornam-se a nutrição vital para sua alma e um meio de colocar seu corpo físico num bom uso espiritual. A verdadeira felicidade é a fusão do corpo e alma dedicados a uma causa maior, uma causa que beneficia a humanidade e dá significado e paz interior ao indivíduo neste processo.

Quando você acorda pela manhã, enquanto ainda está na cama, pense por um momento: O que significa estar acordado e vivo? Inicie cada dia com uma prece; agradeça a D'us pelo novo dia. Reconheça sua alma. Pense sobre o que gostaria de fazer para que o dia de hoje seja um dia mais significativo. Se você treinar-se para fazer isso a cada manhã, imediatamente começará a enxergar sua vida de maneira nova e mais aguçada.

Você deveria terminar seu dia da mesma forma que o começa. Ao se preparar para dormir, revise o dia e como você utilizou suas oportunidades. Reconheça que D'us o colocou aqui para um propósito, e que todas suas atividades deveriam expressar este propósito. Durma com a resolução de que, não importa quão bom - ou mau - foi o dia de hoje, amanhã será melhor. Ao fazê-lo, seu sono será mais pacífico, e seu despertar mais significativo.

"Toda pessoa tem um corpo e uma alma," diz o Rebe. "É como um pássaro e suas asas. Imagine se a ave não tivesse consciência de que suas asas lhe permitem voar, elas seriam apenas uma fardo de peso extra. Mas assim que adeja as asas, eleva-se rumo ao céu. Todos nós temos asas - nossa alma - que pode elevar-nos tão alto quanto precisamos ir. Tudo que temos de fazer é aprender a usá-las."

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Escolhas, opções e tentações

Conversar com quem a gente concorda é uma delícia porque o papo flui fácil e não há atritos. Mas é conversando com quem a gente discorda que aprendemos coisas realmente relevantes.

A manhã de hoje foi assim, com uma amiga recém reaparecida e que pensa bem diferente de mim. Durante um interessante par de horas, discordamos de quase tudo; exceto que a conversa do outro é agradável.

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Um dos temas foi o corajoso dilema enfrentado por um amigo comum, no seu último período da faculdade.

Não só seu curso era muito difícil, numa das melhores universidades do Rio, mas ele também tinha/tem um altíssimo nível de exigência consigo mesmo.

Assim, quando ele quebrou a mão direita no momento decisivo, viu-se forçado a escolher entre abandonar o curso ou aprender a escrever com a mão esquerda e seguir adiante.

Sua tenacidade, porém, o fez ir adiante, terminar o curso com louvor e ainda servir de inspiração para minha amiga.

Minha visão neste episódio difere porque, para mim, desistir jamais teria sido uma opção. Quebrar a mão seria um acidente que me obrigaria a aprender a escrever com a outra mão. Jamais, no entanto, um momento de tomar uma decisão.

Não digo isso porque eu sou um modelo de resistência e meu amigo titubeie ante suas adversidades. Talvez seja mesmo o oposto, pois ele é um cara extremamente corajoso e eu às vezes vacilo em momentos decisivos.

Algumas opções não deveriam existir

Mas em determinadas ocasiões somos nós que dificultamos as escolhas, ao considerar opções que não estavam lá, ao inserir alternativas que não existiam – ou não precisariam existir.

Claro que isso também pode ter servido como um incentivo interno extra ao meu amigo, na medida em que sua decisão – imaginária ou não – pode ter representado uma motivação a mais, uma superação adicional.

Se assim foi, tanto melhor, acho. Mas aí qualquer pequeno contratempo poderia servir-lhe como um novo momento da verdade:

- Quebrou a ponta da minha lapiseira. Entrego a prova do jeito que está?
- Perdi minha calculadora. Paro por aqui ou persisto?

Não é assim. Você não precisa transformar obstáculos em dilemas. Vencer obstáculos já é uma sensação suficientemente gostosa. Esqueça a escolha.

Quando você começa a criar opções que não existem, passa a conviver mais frequentemente com a ideia do fracasso. E isso é desnecessário.

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Se você não consegue evitar as opções inexistentes, como faz quando elas são reais e imadiatas? Como resiste às tentações?

Um dos principais aliados de quem quer resistir a uma tentação é tirá-la da mesa. Se você faz dieta não deve entupir sua dispensa de chocolate e outras guloseimas, só para testar sua força de vontade. Afinal, sua força-de-vontade é limitada!

Use bem o tempo o seu recurso mais escasso

Ter o tempo como aliado é um dos pontos principais para uma carreira de sucesso. Se a vida é medida pelos segundos do relógio, sempre com pressa, certamente há algo errado.

Outro dia ouvi a composição Time is on my side de Jerry Ragovoy, interpretada magistralmente pelos Rolling Stones. Então, surgiu a ideia para esse artigo. Principalmente por causa do título.

Com o avanço da tecnologia e a grande explosão na quantidade de informações disponíveis, o tempo parece passar cada vez mais rápido. E para muitas pessoas, ter um “tempinho” de descanso ou lazer virou artigo de luxo ou mesmo um sonho distante.

Mas por que isso acontece?

Decifra-me ou devoro-te

Uma das grandes lições que aprendi com a querida professora e amiga Ivelise Amato, em uma de suas aulas na faculdade, foi sobre o tempo. O discurso foi assim:

“O tempo de que cada um de nós dispõe é um só, ou seja, vinte e quatro horas por dia – nem mais, nem menos. Por isso, o tempo talvez seja o único bem com uma distribuição justa e equitativa entre todos os seres humanos, ricos e pobres, letrados ou analfabetos, trabalhadores intelectuais ou braçais, poderosos ou humildes.

E o tempo não é passível de ser estocado, portanto, não pode ser recuperado. E é insubstituível. Por essa razão, ele é um recurso denominado “inelástico”.

Daí, a conclusão de que tempo é vida. Se o tempo passa (ou passamos por ele) e não o aproveitamos, estamos desperdiçando a vida. Dominar e controlar o seu uso significa tomar as rédeas de nossa própria vida, dar-lhe sentido, alcançar o objetivo principal: viver com qualidade, atingindo a nossa realização pessoal.
O processo de mudança

Entender o tempo, ou melhor, a falta dele é complicado e exigiria uma tese muito longa; entretanto, existem alguns fatores chave que devem ser analisados e corrigidos.

O primeiro e mais importante fator para a mudança é reconhecer o problema. Toda transição é difícil e gera algumas perdas antes do ganho consequente. Sair da zona de conforto, mesmo que essa seja prejudicial, é complicado.

Tendemos a dar desculpas, culpar outras pessoas, culpar o mercado, adiar o início da transição, dar chiliques e por aí vai. Infelizmente, é enganar a si próprio.

Superada essa fase – não é da noite para o dia e certamente haverá recaídas – é preciso iniciar uma análise da nossa vida. É preciso entender para evoluir.
Planejamento do tempo

Segundo os especialistas, nosso dia deve ser dividido em três partes iguais para trabalho/estudo, lazer/atividades diversas e descanso. Nem sempre é possível chegar ao equilíbrio dessa tríade, mas devemos buscar sempre os resultados mais próximos disso.

Os principais pontos para o sucesso dessa empreitada são:

* Saber dizer não;
* Conhecer e respeitar o próprio ritmo biológico;
* Ter disciplina e fazer o planejamento adequado do tempo;
* Correto uso das ferramentas de comunicação: telefone, e-mail, programas de mensagens instantâneas;
* Melhorar a comunicação interpessoal;
* Saber delegar e aceitar dividir as atividades;
* Definir prioridades;
* Evitar a administração baseada em erros e crises;
* Evitar reuniões e debates desnecessários;
* Ter objetivos pessoais bem estabelecidos.

Existem diversos outros pontos. E eu gostaria que me ajudassem a completar essa lista! Esses são apenas os mais problemáticos e urgentes.

Usar o tempo com qualidade possibilita efetivar melhor as tarefas e com isso melhorar os demais aspectos da vida, ou seja, alcançar o equilíbrio da tríade trabalho, lazer e descanso.

O importante é nunca desistir da transformação, mesmo com todos os obstáculos e dificuldades, pois o prêmio pelo sucesso dessa realização não tem preço: a sua qualidade de vida.

E essa vida, só temos uma. Até mais. [Webinsider]

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2011/01/31/use-bem-o-tempo-seu-recurso-mais-escasso/

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Facebook rivaliza com Twitter em geração de tráfego

O Facebook divulgou alguns dados muito interessantes sobre o botão “curtir” ou “Like button” se preferir. Lançado em abril, o botão já está presente em cerca de 2 milhões de sites e vem se consolidando como importante gerador de tráfego, rivalizando com o Twitter. Os usuários que tem o hábito de “curtir” o conteúdo em sites e blogs possuem em média o dobro de amigos e clicam 5 vezes mais em links externos que um usuário típico do Facebook.

Vários sites tem relatado um grande aumento no tráfego depois que incorporaram o botão ao seu conteúdo – a ABC News relatou um aumento de 190%; o tráfego da TypePad subiu 200% e a Sporting News relatou um incrível aumento de 500%. Além do aumento no tráfego, os sites também tem relatado um aumento no tempo que os visitantes ficam navegando pelo conteúdo – a NHL.com, por exemplo, relatou um aumento de 85% no tempo de permanência no site. Veja todas as informações na apresentação abaixo feita por Justin Osofsky, do Facebook.

Fonte: http://www.midiassociais.net/2010/10/facebook-rivaliza-com-twitter-em-geracao-de-trafego/

A integração entre as pessoas e a popularização da web

s formas de integração de pessoas depois da popularização da internet dominaram a conversa durante o Seminário de Tecnologia do Rio Info 2010, na mesa ‘Integração de Pessoas’, realizada no dia 1° de setembro.

“Hoje, por social, entende-se o conceito menos como sociedade e mais como coletivo”, afirmou Henrique Cukierman, professor do curso de Engenharia de Computação e Informação e nas pós-graduações do Programa de Engenharia de Sistemas da Coppe/UFRJ. “As redes sociais constituem ativos informacionais importantes na web. O que fazem exatamente com nossos dados no Facebook? E se houver um problema de privacidade, por exemplo, qual será o foro de discussão?”, questiona.

O norte-americano Michael Nicklas, dono da SocialSmart, e também convidado da mesa, lembrou que a principal diferença entre as web 1.0 e 2.0 é justamente o compartilhamento de informações e, segundo ele, a tendência é de maior abertura nas redes e de relações assimétricas como as do Twitter, que não exige a aceitação do outro para que alguém se torne um ‘seguidor’. “Vivemos a ‘Economia da Atenção’. Nesse mundo, o desafio é saber filtrar o que importa”, afirma. Para Nicklas, esse gráfico social está migrando das redes para o e-commerce. “Teremos a possibilidade de entrar em uma loja virtual e nos oferecerem os produtos que meus amigos já escolheram."

Gil Giardelli, professor do Centro de Inovação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), concorda que as redes são a ‘arte da descentralização’ e o grande desafio da humanidade do século 21 é criar valor maior do que simplesmente a soma das partes. “Antigamente, quem comprava uma TV era um consumidor; hoje, quem compra um computador ou um celular é um produtor”, definiu.

O mediador do seminário, Carlos Nepomuceno, estudioso do mundo digital e consultor empresarial, disse que vivemos uma crise teórica profunda e, para entendermos a internet, precisamos criar novas teorias. “Os pesquisadores que estudam a web a partir do ponto de vista histórico conseguem elaborar estratégias mais viáveis para compreender essa ruptura informacional”, afirma Nepomuceno, citando Pierre Lévy, que traçou a evolução na linha: grunhido/fala/escrita/computador.

Para Nepomuceno, o risco é cairmos na inviabilidade dos Iluministas (em relação aos livros) e considerarmos que a internet é a redenção. Giardelli, que faz parte do time de tecno-otimistas convictos, enxerga a web também como um campo para disseminar a generosidade, dando como exemplo a proposta do site ‘Veia Social’, rede que une doadores e receptores de sangue. “Emprestar um livro sempre foi legal; mas não é tão bacana como compartilhar o que você está lendo na web”, acredita.

Outro participante da conversa, Luiz Fuzaro, gerente executivo da Cobra Tecnologia, também se reconhece como integrante do grupo dos otimistas. “Os conectados, uma minoria, têm uma responsabilidade muito grande com os que estão fora da web”, e completa: “Quanto mais centralizado o poder, maior probabilidade de um tirano tomar conta”.

Nesse contexto político, uma das transformações mais importantes experimentadas com a internet, na opinião de Nicklas, é o nivelamento do acesso às informações e aos meios de comunicação. “Transparência no campo da democracia gera impactos muito positivos”, acredita.

Para Cukierman, a internet é, na realidade, centralizada na mão de poucos empreendedores muito importantes e espertos. Em sua fala, ele trouxe a questão da privacidade à tona: “O novo artigo de luxo é o anonimato. Deixamos hoje informações sobre nosso perfil em muitos bancos de dados. Se estamos diante de uma revolução, nunca estivemos tão próximos de um modelo de sociedade de controle”, afirma o professor, que citou outros dois artigos preciosos na atualidade: silêncio e tempo.

“A sensação de que sempre estamos perdendo alguma coisa é constante”, completou Fuzaro. Essa angústia provocada pelo excesso de informação, segundo Nepomuceno, é causada pela atual falta de filtros que nos indicavam o que era relevante. “Esse papel um dia já foi da mídia. Estamos órfãos e saber filtrar o imenso volume de informação é uma questão de educação”. Para solucionar esse problema, Giardelli brinca: “o jeito é tomar ginkgo biloba e relaxar”. Nicklas faz coro. “O mundo não vai acabar se você não responder um e-mail imediatamente”, conclui.

Fonte: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=377&tipo=R

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Debate eleitoral na web vai impactar as empresas

Depois do sucesso de audiência do debate eleitoral via web com os candidatos à presidência, mesmo as empresas mais resistentes verão como necessário o investimento em comunicação online.

Por Michele Vilarinho Patrici

Nem as eleições e nem a Internet serão mais os mesmos após o primeiro debate dos candidatos à Presidência da República brasileira transmitido pela web.

O debate foi acessado mais de 1,4 milhão de vezes e superou a transmissão pela televisão, com um detalhe importante: na internet é possível contabilizar, com precisão, quantas pessoas estavam conectadas. Não é o caso da TV, que pode estar ligada, mas com o sofá vazio….ou porque o telespectador foi beber água ou porque foi dominado pelo cansaço e adormeceu.

O momento é histórico tanto para o Brasil, quanto para a Internet. Mesmo quem não acompanhou online, ficou sabendo. Pois o assunto foi o mais comentado do Twitter mundial.

Digamos que é um momento de reconhecimento da magnitude dessa rede. As pessoas estão conectadas e não há mais como desprezar isso. É fato!

No mercado, isso muda muita coisa. Mesmo as empresas mais resistentes terão que perceber que o investimento na sua marca virtual é necessária. Não é mais uma questão de parecer “moderna”, mas de entender que as pessoas estão online.

Esse reconhecimento faz com que os profissionais da área se atualizem, se informem, se mexam! Porque a tendência é expandir cada vez mais e quem não se aperfeiçoar vai estar parado nesse mercado que ainda tem tanto para ser explorado.

Após o debate, o governo está falando em investir mais em banda larga. Com eira e beira, a Internet já tem um futuro traçado. E quem não estiver conectado, vai estar autista.

Fonte: http://webinsider.uol.com.br/2010/08/19/debate-eleitoral-na-web-vai-impactar-as-empresas/

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

As mídias sociais e o novo modelo de recrutamento

O artigo da Fernanda Fabian ilustrou muito bem como as pessoas podem perder seus empregos usando as mídias sociais de forma inadequada, porém existe o outro lado. As mídias sociais vêm se tornando uma ferramenta muito eficaz tanto para recrutadores como para quem está em busca de um novo emprego (ou do primeiro).

Quando estamos em busca de um novo trabalho o que nos vem à cabeça em primeiro lugar é procurar uma agência de recrutamento, porém, essa opção resulta em entrar em uma fila e concorrer com centenas de pessoas que tiveram a mesma idéia que você. No entanto se você é um profissional antenado com as novas tendências deve ter percebido que as mídias sociais estão se tornando o lugar ideal para mostrar o seu talento e dar o pulo do gato em relação a uma vaga de emprego.

O desafio para quem está buscando uma nova vaga de emprego é saber construir online a sua marca pessoal. As mídias sociais oferecem algumas tecnologias que se usadas corretamente vão levá-lo de encontro ao tão sonhado emprego.

Em minha opinião não existe nada mais poderoso do que um blog para criar uma marca pessoal na internet. O blog pode destacar seus valores, suas habilidades, sua criatividade, seu conhecimento e sua capacidade de interação social. Além disso, ele pode ser integrado com outras mídias sociais como o LinkedIn, por exemplo, o que te coloca em contato direto com recrutadores do mundo todo.

Para as empresas, usar as mídias sociais como ferramenta de recrutamento está tornando-se uma prática bastante comum. As organizações que possuem políticas de recrutamento online estão economizando milhares de dólares em taxas de recrutamento e contratações contornando as empresas de headhunting e encontrando os candidatos diretamente nas redes sociais.

Um exemplo disso é um atributo do LinkedIn chamado “LinkedIn Recruiter“, desenvolvido pela SAP, que permite que as empresas rastreiem na Web os talentos de acordo com a análise de critérios como habilidades, idade, sexo e até mesmo a interação social. Muitas companhias têm economizado milhares de dólares com esse novo modelo de recrutamento. No Brasil não só o LinkedIn mas redes sociais como o Twitter, Orkut e Facebook, assim como os blogs são enormes bancos de dados que vem crescendo de forma exponencial e servem como fonte de informações para contratar novos funcionários.

As mídias sociais estão norteando uma mudança no modelo de recrutamento atual utilizado pelas empresas e todas as evidências apontam para um caminho onde as companhias que fazem a mediação entre candidatos e contratantes deverão mudar o seu modus operandis ou arcarão com as consequências.