Clientes e agências comprovam na prática a eficácia dos resultados de pesquisas. Desenvolver relacionamentos e usar informações dirigidas garantem a atenção do público e compensam no baixo custo
Uma pesquisa realizada pela Altimer Group e Wetpaint, comprovou que empresas que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas. A pesquisa foi feita com as 100 empresas mais valiosas do mundo, apontadas pela Business Week. O investimento em mídias sociais representou um crescimento, em média, de 18% nos últimos 12 meses. Por outro lado, as empresas que investiram menos ou se mostraram pouco engajadas tiveram uma queda de 6%, em média, na receita no mesmo período. Quais os motivos para esses resultados?
Por causa da democracia e da possibilidade de atingir mercados mais que específicos, garante quem trabalha com isso. "Já saiu na frente quem percebeu que a Internet não é apenas mais um 'canal' de contato com o consumidor. É o lugar onde se constroem marcas", comenta Karina Sabbag, gestora de projetos da Agência WX, agência web de Curitiba. " Imagine fazer uma linda campanha que vai ao ar em rede nacional e não cuidar das críticas que o produto recebe nas redes sociais? Sempre digo, pra falar bem de alguma coisa é difícil. Agora, para jogar pedra, tem muitos na fila. As empresas tem que monitorar e ter uma maneira efetiva para atingir seu público com suas mensagens."
Quando você coloca sua marca e suas ideias nas mídias sociais, está falando diretamente com seu público-alvo. Pode vender os hits musicais dos anos 60 para a Carla; a primeira edição do Harry Potter para o Marcos, ou ainda, suas calças jeans customizadas para os grupos de rock que ensaiam nas garagens.Também pode trocar ideias sobre política, religião ou qualquer outro assunto, virando inclusive uma referência no tema.
"E em qual outro tipo de mídia você consegue esse nível de monitoramento, de objetividade e de resultados realmente garantidos?", pergunta Karina. "O que a gente espera daqui pra frente é que muito mais gente descubra esse poder. O poder de dissipar uma mensagem para milhões de espectadores que estão realmente interessados no que você está falando. O conteúdo produzido é imenso e é tudo muito rápido. Logo, se você não é - e permanece - desinteressante, vai perder audiência. Simples assim."
Um turista na rede social - Um bom exemplo de uso das redes sociais em prol de quem usa a web para buscar informações confiáveis, é o setor de turismo. "Pessoas interessadas em turismo procuram grupos, páginas e pessoas que falem exclusivamente sobre esse determinado assunto, e os assuntos podem ser comentados por visitantes", confirma Ana Carolina Bau, da MalaPronta.com. Nos EUA, 6 entre cada 10 turistas procuram informações na web, em sites como o Facebook e Twitter.
Por isso, a MalaPronta.com atua fortemente nas redes sociais, oferecendo informação e suporte aos usuários do seu site de reservas de hotéis e carros. "A cada semana, temos dezenas de novos seguidores de nossa página no Facebook, além do perfil no Twitter", afirma Ana. Para dinamizar os perfis, a MalaPronta.com divulga diariamente ao menos duas promoções e pacotes, "e cuidamos para que nossos visitantes estejam sempre satisfeitos com o conteúdo veiculado. Dicas de lugares para viajar e detalhes relacionados a turismo são postados frequentemente em nosso blog, fazendo com que as pessoas que se interessem pelo assunto possam sempre ter a MalaPronta.com como fonte de informação."
Segundo Francisco Millarch, diretor da MalaPronta.com, com o uso das mídias sociais é possível apresentar com maior facilidade o perfil da empresa aos visitantes. "Assim, podemos mostrar que mais do que o serviço de reservas online, nos preocupamos com a garantia de boas viagens. E por entendermos a importância e relevância das mídias sociais para a população, possuímos um setor de marketing voltado especificamente para isso", complementa.
Quem está plugado? - A gestora de projetos da Agência WX explica que existem dois tipos de "gente plugada": os geradores de conteúdo - onde entram os blogueiros, o pessoal do twitter, os fissurados por tecnologias - e o "público passivo", que não deixa de gerar conteúdos, mas que participam mais em sites de relacionamento, em comentários em blogs e pequenos tweets. O que todos procuram? Um lugar cheio de pessoas interessantes - e porque não dizer empresas, instituições, etc., etc. - com quem elas possam interagir e trocar ideias.
"É preciso apenas disciplina para alimentar as ferramentas. Se você quiser ser um gerador de conteúdo, precisa estar antenado nas tendências. Saber o que está rolando no momento para poder se comunicar com os outros. Na Internet, quem lança conteúdo primeiro é pop. Quanto às empresas, as pessoas só seguem quem gera conteúdo interessante. A internet é rápida demais e milhões de informações novas estão sendo geradas enquanto você lê este parágrafo. Se o que eu estou falando não te interessa, você apenas pula para o próximo texto. Mais rápido do que um piscar de olhos", complementa Karina. As redes sociais hoje movem o mundo. É perfeitamente viável construir uma empresa através deles.
Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/midias-sociais-se-tornam-caminhos-obrigatorios-para-as-empresas/30514/
Um ser pensante...creia nisto! Seja bem vindo e não esqueça, vc é a pessoa mais especial aos olhos de Deus.
quinta-feira, 4 de março de 2010
quarta-feira, 3 de março de 2010
Utilizar o Twitter profissionalmente pode ajudar na carreira
Quem usa a ferramenta é considerado moderno e antenado Maria Carolina Nomura, iG São Paulo
Instantâneoe objetivo, o Twitter é uma ferramenta cada vez mais utilizada porprofissionais para saber o que fazem outras pessoas da área em queatuam e também para descobrir novas tendências.
A executiva Janaína Silveira, por exemplo, conta que usa o Twitterpara ter acesso a informações rápidas de jornais e revistas. “Entendoque a ferramenta é uma divulgadora de tendências. Estar conectada porintermédio dela, dá a possibilidade de ter acesso a que ideia eprocessos estão sendo despertados na mente das pessoas ou dasempresas”, afirma.
Conectado - ParaAdriana Néglia, consultora da Career Center, consultoria especializadaem gestão estratégica de carreiras e Recursos Humanos, o profissionalque usa o Twitter para seguir pessoas que admira profissionalmente évisto como alguém moderno e antenado e que sabe utilizar as redessociais de forma adequada.
“Seguir alguém que admira pode ser positivo no sentido de ter ideiade como é a rotina desse profissional, até para que possa verificar seessa rotina está de acordo com as expectativas para sua carreira”,aponta a consultora.
Ela acrescenta que as discussões abertas pelo profissional, ou dasquais participa com seus comentários, bem como o conteúdo citado porele poderão lhe trazer aprendizados.
Relacionamento - Emrelação ao networking, contudo, a consultora ressalva que o Twitter nãoé a rede social mais utilizada. Ela cita a pesquisa do siteJobvite.com, feita nos Estados Unidos em 2009: o LinkedIn aparece emprimeiro lugar da lista com 95%, o Facebook fica em segundo com 59% e oTwitter em terceiro com 42%.
Confira algumas dicas de Adriana para aproveitar melhor essa ferramenta:
* Siga pessoas que admira profissionalmente, assimcomo empresas que são clientes ou fornecedores. Siga empresas nas quaistem vontade de fazer parte da equipe
* Participe de fóruns de discussão relacionados com sua área, as quais poderão propiciar troca de informações com outros profissionais qualificados
* Ao preencher o seu próprio perfil, coloque dados relevantes de sua formação e atuação profissional
* Caso tenha fluência em outro idioma, traduza o seu perfilpara essas línguas. Diversas empresas estrangeiras estão chegando aoBrasil e utilizam essa ferramenta para encontrar profissionais
* Preste atençãoaos comentários que publica no Twitter. Cuidado ao colocar pensamentospontuais de pós-almoço, do tipo “Aí que preguiça!” ou consideraçõessobre o chefe, como “Socorro, não aguento mais esse chefe!”
* Tenha bom senso
Instantâneoe objetivo, o Twitter é uma ferramenta cada vez mais utilizada porprofissionais para saber o que fazem outras pessoas da área em queatuam e também para descobrir novas tendências.
A executiva Janaína Silveira, por exemplo, conta que usa o Twitterpara ter acesso a informações rápidas de jornais e revistas. “Entendoque a ferramenta é uma divulgadora de tendências. Estar conectada porintermédio dela, dá a possibilidade de ter acesso a que ideia eprocessos estão sendo despertados na mente das pessoas ou dasempresas”, afirma.
Conectado - ParaAdriana Néglia, consultora da Career Center, consultoria especializadaem gestão estratégica de carreiras e Recursos Humanos, o profissionalque usa o Twitter para seguir pessoas que admira profissionalmente évisto como alguém moderno e antenado e que sabe utilizar as redessociais de forma adequada.
“Seguir alguém que admira pode ser positivo no sentido de ter ideiade como é a rotina desse profissional, até para que possa verificar seessa rotina está de acordo com as expectativas para sua carreira”,aponta a consultora.
Ela acrescenta que as discussões abertas pelo profissional, ou dasquais participa com seus comentários, bem como o conteúdo citado porele poderão lhe trazer aprendizados.
Relacionamento - Emrelação ao networking, contudo, a consultora ressalva que o Twitter nãoé a rede social mais utilizada. Ela cita a pesquisa do siteJobvite.com, feita nos Estados Unidos em 2009: o LinkedIn aparece emprimeiro lugar da lista com 95%, o Facebook fica em segundo com 59% e oTwitter em terceiro com 42%.
Confira algumas dicas de Adriana para aproveitar melhor essa ferramenta:
* Siga pessoas que admira profissionalmente, assimcomo empresas que são clientes ou fornecedores. Siga empresas nas quaistem vontade de fazer parte da equipe
* Participe de fóruns de discussão relacionados com sua área, as quais poderão propiciar troca de informações com outros profissionais qualificados
* Ao preencher o seu próprio perfil, coloque dados relevantes de sua formação e atuação profissional
* Caso tenha fluência em outro idioma, traduza o seu perfilpara essas línguas. Diversas empresas estrangeiras estão chegando aoBrasil e utilizam essa ferramenta para encontrar profissionais
* Preste atençãoaos comentários que publica no Twitter. Cuidado ao colocar pensamentospontuais de pós-almoço, do tipo “Aí que preguiça!” ou consideraçõessobre o chefe, como “Socorro, não aguento mais esse chefe!”
* Tenha bom senso
terça-feira, 2 de março de 2010
Trabalho: pode fazer alguém feliz?
O trabalho é o divino castigo ou fonte da plenitude humana?. Integra a natureza humana? Como é hoje tratado na sociedade de mercado?
Stress, insatisfação, depressões, inseguranças, desajustamentos, vícios e até suicídios: o trabalho é uma fonte de infelicidade ou existem pessoas felizes com o que fazem nas organizações a que pertencem?
Divino castigo ou fonte de plenitude da realização humana?
Todo trabalho comporta em si mesmo uma dimensão de insatisfação.
A realidade normalmente resiste á ação daquele que trabalha.
A questão é como superar essa insatisfação, compreendê-la como intrínseca àquilo que fazemos, ou, pelo menos, contê-la em níveis aceitáveis.
A norma de conduta em nossa sociedade é de se declarar satisfeito no trabalho, mesmo quando não se seja.
Mesmo aqueles que se dizem entusiasmados com o que fazem, costumam rejeitar a idéia de que seus filhos se engajem nas mesmas atividades. Dizem: “é muito bom para mim, mas não quero isso para o meu filho”.
A satisfação no trabalho decorre essencialmente daquilo que se faz, que tenha sentido e significado para nós, que nos possibilite reconhecimento e valor. É também decorrente da valorização do capital econômico do empreendedor ou do capital intelectual do profissional.
O exercício de responsabilidades hierárquicas, que permitam a valorização, graças à participação e contribuição dos subordinados, dos rendimentos do capital humano pessoal, também se constitui relevante fonte de satisfação.
É evidente que quando o trabalho é desqualificado, rotineiro e sem sentido de contribuição, as chances de realização e de satisfação são muito frágeis.
A reorganização da economia e das empresas, a partir dos paradigmas neoliberais da sociedade de mercado e da globalização ocorridas a partir dos anos 1980, aprofundou as causas de insatisfação no trabalho.
Aumentos crescentes de exigências por resultados, mudanças incessantes e contraditórias no mundo corporativo, desestabilização de carreiras e de perspectivas profissionais, critérios subjetivos de avaliação de desempenho, perda de referências, incerteza de relações e da continuidade no emprego, o que leva à insatisfação mais profunda, ainda são as vividas com freqüência como resultantes de fragilidades individuais: o trabalhador se julga responsável, e, portanto, culpado, de sua própria situação infeliz.
No entanto, mesmo se as novas formas de gestão forem aplicadas criteriosamente de acordo com cada realidade organizacional, são exatamente elas que estão em causa como geradoras das disfunções cada vez mais presentes no mundo corporativo.
Para que a satisfação no trabalho volte a se tornar um pouco menos raro na realidade empresarial, é preciso restaurar culturas organizacionais que foquem os liames sociais coletivos, que unam os trabalhadores em torno de coletividades profissionais, sindicais e políticas como a estratégia dominante de elaboração dos modelos alternativos de desenvolvimento das organizações.
Não se trata de voltar ao passado num saudosismo estéril e desprovido de sentido, mas retirar dos avanços alcançados pelas ciências do comportamento humano nas organizações os repositórios de contribuições tão válidos à humanização do trabalho.
Fonte: http://www.new.administradores.com.br/informe-se/artigos/trabalho-pode-fazer-alguem-feliz/37615/
Stress, insatisfação, depressões, inseguranças, desajustamentos, vícios e até suicídios: o trabalho é uma fonte de infelicidade ou existem pessoas felizes com o que fazem nas organizações a que pertencem?
Divino castigo ou fonte de plenitude da realização humana?
Todo trabalho comporta em si mesmo uma dimensão de insatisfação.
A realidade normalmente resiste á ação daquele que trabalha.
A questão é como superar essa insatisfação, compreendê-la como intrínseca àquilo que fazemos, ou, pelo menos, contê-la em níveis aceitáveis.
A norma de conduta em nossa sociedade é de se declarar satisfeito no trabalho, mesmo quando não se seja.
Mesmo aqueles que se dizem entusiasmados com o que fazem, costumam rejeitar a idéia de que seus filhos se engajem nas mesmas atividades. Dizem: “é muito bom para mim, mas não quero isso para o meu filho”.
A satisfação no trabalho decorre essencialmente daquilo que se faz, que tenha sentido e significado para nós, que nos possibilite reconhecimento e valor. É também decorrente da valorização do capital econômico do empreendedor ou do capital intelectual do profissional.
O exercício de responsabilidades hierárquicas, que permitam a valorização, graças à participação e contribuição dos subordinados, dos rendimentos do capital humano pessoal, também se constitui relevante fonte de satisfação.
É evidente que quando o trabalho é desqualificado, rotineiro e sem sentido de contribuição, as chances de realização e de satisfação são muito frágeis.
A reorganização da economia e das empresas, a partir dos paradigmas neoliberais da sociedade de mercado e da globalização ocorridas a partir dos anos 1980, aprofundou as causas de insatisfação no trabalho.
Aumentos crescentes de exigências por resultados, mudanças incessantes e contraditórias no mundo corporativo, desestabilização de carreiras e de perspectivas profissionais, critérios subjetivos de avaliação de desempenho, perda de referências, incerteza de relações e da continuidade no emprego, o que leva à insatisfação mais profunda, ainda são as vividas com freqüência como resultantes de fragilidades individuais: o trabalhador se julga responsável, e, portanto, culpado, de sua própria situação infeliz.
No entanto, mesmo se as novas formas de gestão forem aplicadas criteriosamente de acordo com cada realidade organizacional, são exatamente elas que estão em causa como geradoras das disfunções cada vez mais presentes no mundo corporativo.
Para que a satisfação no trabalho volte a se tornar um pouco menos raro na realidade empresarial, é preciso restaurar culturas organizacionais que foquem os liames sociais coletivos, que unam os trabalhadores em torno de coletividades profissionais, sindicais e políticas como a estratégia dominante de elaboração dos modelos alternativos de desenvolvimento das organizações.
Não se trata de voltar ao passado num saudosismo estéril e desprovido de sentido, mas retirar dos avanços alcançados pelas ciências do comportamento humano nas organizações os repositórios de contribuições tão válidos à humanização do trabalho.
Fonte: http://www.new.administradores.com.br/informe-se/artigos/trabalho-pode-fazer-alguem-feliz/37615/
sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
Twitter: Como se tornar relevante!

Um dos assuntos que estão em foco nas últimas semanas é a tal da relevância em redes sociais, principalmente no twitter, onde constantemente existem brigas do pessoal “relevante” contra os usuários de “scripts” (que obtém seguidores através de ferramentas de adição em massa).
Mas antes de abordarmos os passos que tornam um pessoa relevante no twitter, precisamos saber o que exatamente seria relevância.
Relevância, segundo os dicionários, é uma característica daquilo que se dá importância, de grande valor ou interesse, aquilo que é essencial ou indispensável.
Logo podemos concluir que ser relevante é ser indispensável. Vamos então a algumas dicas de como ser indispensável para os seus seguidores.
Atualizações constantes
Uma pessoa para ser indispensável precisa ser lembrada, e para ser lembrada precisa estar sempre falando algo, para ser relevante você precisa no mínimo de 50 atualizações diárias em seu perfil no twitter. Preferencialmente essas atualizações devem ser distribuídas ao longo do dia, para que não haja o famoso flood, ou seja, lotar a linha do tempo de seus seguidores apenas com seus updates.
Qualidade das suas atualizações
Quantidade não adianta nada se não vier aliada a qualidade, procure evitar atualizações muito pessoais, que só interessem a você e seus amigos pessoais. Esse tipo de atualização costuma afastar as pessoas de você e tornar o seu perfil um tanto quanto restrito a quem lhe conhece na vida real.
Outra boa maneira de conseguir atualizações de qualidade é realizar os famosos RTs, que são a re-postagem da atualização de outro usuário mantendo os créditos. Isso costuma funcionar muito bem com links interessantes.
Responda atualizações de outros usuários
Para ser importante você precisa fazer seus seguidores sentirem que são importante para você, então sempre que possível responda as atualizações deles, assim como suas perguntas.
Além do mais isso gerará mais atualizações para seu perfil.
Evite ser repetitivo
Postar o mesmo link ou frase repetidamente é uma estratégia de pouca eficácia no twitter, e pode até prejudicar, já que seus seguidores podem se irritar com as constantes atualizações repetitivas e taxarem aquilo como span.
Jamais peça para que lhe ajudem a conseguir seguidores
Esse definitivamente é o maior erro, além de ser chato, você automaticamente se considera sem importância, já que precisa mendigar seguidores.
Sendo relevante, os seguidores virão naturalmente, logo não é necessário ficar incomodando os outros usuários.
Essas dicas por si só, já devem lhe garantir um bom aumento de qualidade de seu perfil no twitter, tornando ele mais atrativo e relevante.
Fonte: http://melinka.net/twitter-como-se-tornar-relevante/
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
YouTube completa cinco anos no ar com 1 bilhão de vídeos
As novidades que bombardeiam a internet a cada dia fazem parecer que o YouTube existe há muito mais tempo do que apenas cinco anos no ar. No dia 15 de fevereiro de 2005, foi registrado o domínio youtube.com, que passou a funcionar definitivamente ainda naquele ano e rapidamente se tornou um dos sites mais acessados do mundo. De acordo com o ranking da Alexa, empresa que monitora o tráfego de páginas ao redor do globo, ele é o quarto colocado, só perdendo para Google, Facebook e Yahoo, respectivamente. No Brasil, é o sexto, atrás de dois endereços do Google (google.com e google.com.br), do Orkut, do portal UOL e do Bing, serviço de busca da Microsoft.
Criado pelo trio Chad Hurley, Steve Chen e Jared Karim, então ex-funcionários do sistema de transações online PayPal, o site que começou como um sistema de compartilhamento de vídeos e se tornou símbolo do conceito de web 2.0, onde os usuários são os principais geradores de conteúdo. Hoje, o YouTube é praticamente uma biblioteca global da televisão. É fácil encontrar de tudo lá: desde videoclipes de qualquer banda até programas que saíram do ar há décadas. Mais do que isso, o serviço de vídeos online traz algumas das pessoas mais poderosas do mundo como clientes. O site já ofereceu exclusivamente uma coletiva com Barack Obama, um show da banda irlandesa U2 e até mesmo uma missa do Papa Bento XVI.
Hoje, os usuários do YouTube assistem a 1 bilhão de vídeos por dia. A quantidade de conteúdo gerada também é assombrosa: 20 horas de vídeo são recebidas pelo site a cada minuto. Com tanta gente assistindo e compartilhando vídeos, a oportunidade de faturar com publicidade é imensa. Assim, fica fácil entender porque o Google se apressou tanto para adquirir a empresa em novembro de 2006, pouco antes do segundo aniversário, por US$ 1,65 bilhão.
Hoje, o principal desafio do YouTube ainda é o mesmo daquela época: desenvolver um modelo lucrativo para seus compradores. A empresa não divulga números, mas o gasto não é pequeno, se levarmos em conta apenas o enorme tráfego de dados dos vídeos. De acordo com estimativas da revista Forbes, a renda do serviço de vídeos foi de US$ 200 milhões em 2008, e US$350 milhões ano passado. Pouco, considerando o tamanho do Google e a quantia investida.
Até agora, a principal estratégia do YouTube tem sido se aliar a parceiros. Sejam eles grandes como as gravadoras Universal, Warner, Sony e os canais de televisão CBS e NBC, ou usuários comuns com vídeos muito acessados, com os quais o YouTube compartilha parte da renda gerada pelos anúncios, por meio do Google AdSense. No ano passado, a empresa estendeu o programa de parcerias a todos os usuários cujo vídeo fique popular do dia para a noite.
Em ambos os casos, a intenção é lucrar com a possibilidade de atingir públicos específicos. Neste caso, o YouTube também funciona como rede social. "Se você levar em conta esse poder de fazer pessoas conversarem pelo vídeo, podemos entender porque somos a comunidade ideal para as pessoas encontrarem o conteúdo de seu interesse", diz o gerente de comunicação na AméricaLatina, Ricardo Blanco.
Ao ficar do lado dos principais grupos midiáticos, o YouTube também contornou um dos principais problemas: o excesso de material publicado ilegalmente. Em 2007, a Viacom, conglomerado que abrange Paramount e MTV, exigiu US$ 1 bilhão e a retirada do ar de 100 mil vídeos.
Celebridades
O principal impacto social do YouTube na internet foi o enorme potencial de dar fama a pessoas comuns. Quando o serviço começou a popularizar no Brasil e no mundo, vídeos muito acessados lançaram à categoria de 'celebridades da internet' a um ritmo muito mais rápido do que acontece com blogs e redes sociais.
São pessoas como o ator brasiliense Guilherme Zaiden, 21 anos. Em 2006, ele ficou conhecido por uma série de vídeos com personagens satirizando diversos estereótipos. O mais visto, Confissões de um emo (http://migre.me/jST3), teve mais de 1 milhão de acessos. Hoje, supera 5 milhões. De pessoa comum, chegou a ser reconhecido na rua e dar autógrafos. Os vídeos também renderam frutos para a sua carreira. Ele passou uma temporada em grupos de comédia de São Paulo, com direito a ponta em Caminho das índias.
De volta a Brasília, ele ingressou no curso de artes cênicas da UnB. Ele credita o sucesso ao fato de ter sido um dos pioneiros do YouTube, quando o site ainda não era muito conhecido. "Comecei a entrar no YouTube quando não era nem um pouco famoso no Brasil, antes dessa inundação de gatinhos e bebês sorrindo. Se eu tivesse colocado meus vídeos lá hoje em dia, acho que não faria o mesmo sucesso".
Hoje, ele vê que muitos dos vídeos mais acessados são reproduções do que já passa na televisão. "Acho que a produção para internet nunca vai ser como a da televisão. Por isso, não acho que uma possa dominar a outra. É a mesma conversa de quando falaram que o videocassete iria acabar com o cinema". Alçado pela internet, hoje confessa estar bem mais desconectado. "Não tenho conta no orkut nem no twitter. Quando eu era mais novo, usava bastante o MSN (Messenger), mas nem entro muito".
Fonte: http://www.wbibrasil.com.br
Criado pelo trio Chad Hurley, Steve Chen e Jared Karim, então ex-funcionários do sistema de transações online PayPal, o site que começou como um sistema de compartilhamento de vídeos e se tornou símbolo do conceito de web 2.0, onde os usuários são os principais geradores de conteúdo. Hoje, o YouTube é praticamente uma biblioteca global da televisão. É fácil encontrar de tudo lá: desde videoclipes de qualquer banda até programas que saíram do ar há décadas. Mais do que isso, o serviço de vídeos online traz algumas das pessoas mais poderosas do mundo como clientes. O site já ofereceu exclusivamente uma coletiva com Barack Obama, um show da banda irlandesa U2 e até mesmo uma missa do Papa Bento XVI.
Hoje, os usuários do YouTube assistem a 1 bilhão de vídeos por dia. A quantidade de conteúdo gerada também é assombrosa: 20 horas de vídeo são recebidas pelo site a cada minuto. Com tanta gente assistindo e compartilhando vídeos, a oportunidade de faturar com publicidade é imensa. Assim, fica fácil entender porque o Google se apressou tanto para adquirir a empresa em novembro de 2006, pouco antes do segundo aniversário, por US$ 1,65 bilhão.
Hoje, o principal desafio do YouTube ainda é o mesmo daquela época: desenvolver um modelo lucrativo para seus compradores. A empresa não divulga números, mas o gasto não é pequeno, se levarmos em conta apenas o enorme tráfego de dados dos vídeos. De acordo com estimativas da revista Forbes, a renda do serviço de vídeos foi de US$ 200 milhões em 2008, e US$350 milhões ano passado. Pouco, considerando o tamanho do Google e a quantia investida.
Até agora, a principal estratégia do YouTube tem sido se aliar a parceiros. Sejam eles grandes como as gravadoras Universal, Warner, Sony e os canais de televisão CBS e NBC, ou usuários comuns com vídeos muito acessados, com os quais o YouTube compartilha parte da renda gerada pelos anúncios, por meio do Google AdSense. No ano passado, a empresa estendeu o programa de parcerias a todos os usuários cujo vídeo fique popular do dia para a noite.
Em ambos os casos, a intenção é lucrar com a possibilidade de atingir públicos específicos. Neste caso, o YouTube também funciona como rede social. "Se você levar em conta esse poder de fazer pessoas conversarem pelo vídeo, podemos entender porque somos a comunidade ideal para as pessoas encontrarem o conteúdo de seu interesse", diz o gerente de comunicação na AméricaLatina, Ricardo Blanco.
Ao ficar do lado dos principais grupos midiáticos, o YouTube também contornou um dos principais problemas: o excesso de material publicado ilegalmente. Em 2007, a Viacom, conglomerado que abrange Paramount e MTV, exigiu US$ 1 bilhão e a retirada do ar de 100 mil vídeos.
Celebridades
O principal impacto social do YouTube na internet foi o enorme potencial de dar fama a pessoas comuns. Quando o serviço começou a popularizar no Brasil e no mundo, vídeos muito acessados lançaram à categoria de 'celebridades da internet' a um ritmo muito mais rápido do que acontece com blogs e redes sociais.
São pessoas como o ator brasiliense Guilherme Zaiden, 21 anos. Em 2006, ele ficou conhecido por uma série de vídeos com personagens satirizando diversos estereótipos. O mais visto, Confissões de um emo (http://migre.me/jST3), teve mais de 1 milhão de acessos. Hoje, supera 5 milhões. De pessoa comum, chegou a ser reconhecido na rua e dar autógrafos. Os vídeos também renderam frutos para a sua carreira. Ele passou uma temporada em grupos de comédia de São Paulo, com direito a ponta em Caminho das índias.
De volta a Brasília, ele ingressou no curso de artes cênicas da UnB. Ele credita o sucesso ao fato de ter sido um dos pioneiros do YouTube, quando o site ainda não era muito conhecido. "Comecei a entrar no YouTube quando não era nem um pouco famoso no Brasil, antes dessa inundação de gatinhos e bebês sorrindo. Se eu tivesse colocado meus vídeos lá hoje em dia, acho que não faria o mesmo sucesso".
Hoje, ele vê que muitos dos vídeos mais acessados são reproduções do que já passa na televisão. "Acho que a produção para internet nunca vai ser como a da televisão. Por isso, não acho que uma possa dominar a outra. É a mesma conversa de quando falaram que o videocassete iria acabar com o cinema". Alçado pela internet, hoje confessa estar bem mais desconectado. "Não tenho conta no orkut nem no twitter. Quando eu era mais novo, usava bastante o MSN (Messenger), mas nem entro muito".
Fonte: http://www.wbibrasil.com.br
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Skype demonstra habilidade ao usar mídia social
O Skype lançou uma nova campanha chamada Skype Outside para promover seu serviço Skype Mobile. Uma equipe do Skype, de 5 artistas localizada em 5 países diferentes encoraja as pessoas ao redor do mundo a deixarem sua mensagem. Eles irão, em seguida, transformá-la em sua própria criação de arte e lançá-la como um vídeo.
Há uma grande variedade de artistas na equipe do Skype – um deles é um designer mascarado que desencadeia a sua mensagem de uma forma selvagem nas ruas de Tóquio, enquanto a outra é uma artista vanguardista dos E.U.A. que cria a sua mensagem com chocolate. A campanha está presente em diferentes plataformas de mídia social.
Com o Skype Outside eles mostram interesse em seus clientes e em ouvir as suas vozes. Eles ainda criam arte para eles. É uma campanha de co-criação onde as pessoas dão a semente e os artistas fazem a flor.
Fonte: http://www.midiassociais.net/2010/02/skype-demonstra-habilidade-ao-usar-midia-social/
Há uma grande variedade de artistas na equipe do Skype – um deles é um designer mascarado que desencadeia a sua mensagem de uma forma selvagem nas ruas de Tóquio, enquanto a outra é uma artista vanguardista dos E.U.A. que cria a sua mensagem com chocolate. A campanha está presente em diferentes plataformas de mídia social.
Com o Skype Outside eles mostram interesse em seus clientes e em ouvir as suas vozes. Eles ainda criam arte para eles. É uma campanha de co-criação onde as pessoas dão a semente e os artistas fazem a flor.
Fonte: http://www.midiassociais.net/2010/02/skype-demonstra-habilidade-ao-usar-midia-social/
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Internet vai deixar usuário mais inteligente, dizem especialistas...
Uma pesquisa feita on-line com 895 internautas e especialistas mostrou que mais de 75% dos entrevistados acreditam que a internet deixará as pessoas mais inteligentes ao longo dos próximos dez anos.
A maioria dos entrevistados também afirmou que a internet irá melhorar os níveis de leitura e escrita até 2020, segundo o estudo do Imagining the Internet Center, da Universidade de Elon, e o projeto Pew Internet and American Life.
"Três em cada quatro especialistas afirmaram que o uso da internet aumenta a inteligência humana, e dois terços disseram que o uso da internet já melhorou os níveis de leitura, escrita e compreensão de conhecimento", disse a coautora do estudo, Janna Anderson, diretora do Imagining the Internet Center.
Mas 21% dos entrevistados disseram que a internet tem o efeito contrário e pode até diminuir a inteligência de quem a usa muito.
"Ainda há muitas pessoas que são críticas do impacto do Google, Wikipedia e outras ferramentas da web", disse ela.
A pesquisa coletou opiniões de cientistas, líderes de negócios, consultores, escritores e engenheiros de tecnologia, além de internautas escolhidos pelo pesquisadores. Das 895 pessoas entrevistadas, 371 delas seriam "especialistas".
O que incitou os pesquisadores, em parte, foi uma reportagem de capa da Atlantic Monthly de agosto de 2008, escrita pelo repórter de tecnologia Nicholas Carr: "O Google está nos deixando burros?"
No artigo, Carr sugere que o uso excessivo da internet estaria afetando a capacidade de concentração e reflexão das pessoas. Carr, que participou do estudo, afirmou que ainda concorda com essa visão.
"O que a internet faz é transferir o foco de nossa inteligência de uma inteligência meditativa ou contemplativa para o que pode ser chamado de uma inteligência utilitária", disse Carr no release que acompanha a pesquisa. "O preço de ficarmos pulando de pedaço em pedaço de informação é a perda de profundidade de nossa reflexão."
Já o fundador do Craigslist, Craig Newmark, afirmou, que "as pessoas já usam o Google como adjunto de sua própria memória".
"Por exemplo, eu acho que estou certo sobre alguma coisa, e preciso de fatos para sustentar isso e o Google me ajuda com isso", disse ele.
A pesquisa também mostra que 42% dos especialistas acreditam que a atividade on-line anônima será "drasticamente reduzida" até 2020, graças a melhores sistemas de segurança e de identificação, ao passo que 55% creem que ainda será razoavelmente fácil navegar pela internet em anonimato daqui a dez anos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u697332.shtml
A maioria dos entrevistados também afirmou que a internet irá melhorar os níveis de leitura e escrita até 2020, segundo o estudo do Imagining the Internet Center, da Universidade de Elon, e o projeto Pew Internet and American Life.
"Três em cada quatro especialistas afirmaram que o uso da internet aumenta a inteligência humana, e dois terços disseram que o uso da internet já melhorou os níveis de leitura, escrita e compreensão de conhecimento", disse a coautora do estudo, Janna Anderson, diretora do Imagining the Internet Center.
Mas 21% dos entrevistados disseram que a internet tem o efeito contrário e pode até diminuir a inteligência de quem a usa muito.
"Ainda há muitas pessoas que são críticas do impacto do Google, Wikipedia e outras ferramentas da web", disse ela.
A pesquisa coletou opiniões de cientistas, líderes de negócios, consultores, escritores e engenheiros de tecnologia, além de internautas escolhidos pelo pesquisadores. Das 895 pessoas entrevistadas, 371 delas seriam "especialistas".
O que incitou os pesquisadores, em parte, foi uma reportagem de capa da Atlantic Monthly de agosto de 2008, escrita pelo repórter de tecnologia Nicholas Carr: "O Google está nos deixando burros?"
No artigo, Carr sugere que o uso excessivo da internet estaria afetando a capacidade de concentração e reflexão das pessoas. Carr, que participou do estudo, afirmou que ainda concorda com essa visão.
"O que a internet faz é transferir o foco de nossa inteligência de uma inteligência meditativa ou contemplativa para o que pode ser chamado de uma inteligência utilitária", disse Carr no release que acompanha a pesquisa. "O preço de ficarmos pulando de pedaço em pedaço de informação é a perda de profundidade de nossa reflexão."
Já o fundador do Craigslist, Craig Newmark, afirmou, que "as pessoas já usam o Google como adjunto de sua própria memória".
"Por exemplo, eu acho que estou certo sobre alguma coisa, e preciso de fatos para sustentar isso e o Google me ajuda com isso", disse ele.
A pesquisa também mostra que 42% dos especialistas acreditam que a atividade on-line anônima será "drasticamente reduzida" até 2020, graças a melhores sistemas de segurança e de identificação, ao passo que 55% creem que ainda será razoavelmente fácil navegar pela internet em anonimato daqui a dez anos.
Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u697332.shtml
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